30 Nov

TAILÂNDIA PROFUNDA- A SEGUNDA PARTE DE UM SONHO

 

A Tailândia profunda – a segunda parte de um sonho

Texto & Fotos de Mário Menezes

 

Banguecoque, a Cidade dos Anjos, a louca megalópole Asiática ficava para trás e o realizar do sonho Tailandês rumava a Norte. A Tailândia rural, dos templos, das paisagens sublimes e das cidades pequenas. Um contraste com os dias vividos até ali. Assim destinei 4 dias de tempo útil, divididos em partes iguais nestas duas cidades considerando que aterrei de noite em Chiang Rai e saí ainda de madrugada de Chiang Mai para Phuket. Phuket e os dias na praia que se seguiram acabou por ser o epílogo mais que perfeito.

 

Chiang Rai (3 noites)

 

Um curto voo de uma hora desde Banguecoque.

Chiang Rai, a cidade é pequena e não tem grande interesse, comparativamente à outra cidade também chamada Chiang, mas Chiang Mai. Distam cerca de 200Km. Mas esta Chiang, Chiang Rai, é capital da província homónima, com inúmeras atrações turísticas do Norte da Tailândia, nomeadamente o  “Triângulo Dourado”, local onde convergem, fronteira tripla de 3 países: Laos, Myanmar (antiga Birmânia) e Tailândia. Embora existam tours de ambas as cidades, para estes locais muito procurados, caso o turista pretenda ficar em Chiang Mai, irá fazer cerca de 400 Km adicionais (200Km para cada lado) para  os visitar, pois terá obrigatoriamente de passar por Chiang Rai. Ficar em Chiang Mai, é muitas vezes opção dos viajantes pois, existe a possibilidade de viajar diretamente de comboio desde Banguecoque, dura  mais de 12 horas, mas é tida como uma viagem linda e pitoresca. Entre Banguecoque e Chiang Rai, não existem viagens de comboio logo é mais prático e muito mais seguro viajar de avião. Isso permite-nos marcar tudo com antecedência antes de viajar para a Tailândia e também de usufruir de tarifas aéreas mais vantajosas.

 

Triângulo Dourado -Placa

Assim que cheguei ao hotel, já de noite, consegui marcar na receção para o dia seguinte o tour completo aos locais que pretendia visitar e que são os mais famosos. O outro dia serviu para passear pelo centro da cidade, o que se revelou em parte enfadonho, pelo que menciono no início. Este dia seria mais proveitoso se fosse utilizado em Chiang Mai ou em Phuket, mas como as minhas viagens, deslocações internas e estadias são marcadas com antecedência de vários meses, e não de improviso momentâneo, tive  de seguir o planeamento previsto. Marcar este tour não era possível online, daí que tive de guardar dois dias para Chiang Rai, e ainda “jogar” com o horário da viagem de autocarro para Chiang Mai, que poderia ser durante todo o dia, para ter uma margem de segurança e deste modo evitar sair de Chiang Rai sem visitar tudo o que pretendia. As coisas acabaram por correr muito bem, e tive muita sorte, pois nesta altura do ano, que coincide com o Ano Novo Chinês, há milhares de turistas desse país a viajar e os tours esgotam com facilidade.

Um passeio pelos templos e mercados de Chiang Rai serviu para ocupar um dia de férias, que como disse anteriormente, mesmo sendo enfadonho, não foi de todo tempo perdido.

 

Chiang Rai – Espetáculo de cantares Tailandeses no Bazar noturno

 

Chiang Rai – Comida de rua

 

Chiang Rai – Mercado – Especiarias

 

Chiang Rai – Mercado – Camarão- A Tailândia é dos maiores produtores de camarão

 

O “Wat Mung Muang” é um templo famoso, que existe há mais anos que a própria cidade. A torre do relógio, o mercado e o bazar noturno são outros pontos que se conhecem facilmente.

 

Chiang Rai – Torre do Relógio

 

Aproveitei também para visitar lojas de eletrodomésticos. Por exemplo equipamentos de ar condicionado com fluído frigorigéneo R22, ali vendem-se e de marcas líderes de mercado como Daikin e Mitsubish! Na Europa é proibido utilização deste fluído desde o ano de 2004 por razões relacionadas com a camada de ozono, inclusivamente é proibido reparar aparelhos que ainda o utilizam. Aquecedores a água elétricos para duches, curiosamente fabricantes Europeus. Na Europa não se utilizam dadas as regras de segurança das instalações elétricas. Água e eletricidade juntas é perigo de morte! As máquinas de lavar roupa de carga por cima como vemos nos filmes Americanos, ali predominam e por fim os chuveirinhos de casa de banho que substituem o bidé!  Muitos turistas não associam imediatamente uma coisa à outra, e só descobrem quando ligam para a receção do hotel a dizer que não têm papel higiénico no quarto.

 

Chiang Rai – Wat Mung Muang

 

Chiang Rai – Wat Mung Muang – Buda

 

E foi a viajar na Tailândia que ganhei o hábito ou a paranóia (como me costumam dizer) de fotografar casas de banho e de me debruçar sobre este assunto. Os Asiáticos são de facto muito práticos e conseguem colocar um duche e uma sanita quase no mesmo sítio! Ali, na casa de banho é o único local das habitações onde  existe água quente, sendo obtida através daqueles aquecedores elétricos. Na cozinha a louça é lavada com água fria. Vários guias turísticos informam que a “turca” é o mais utilizado, e que o papel higiénico na Ásia é praticamente desconhecido. Medos infundados que me fizeram regressar a casa com a mochila com o mesmo números de rolos de papel higiénico que havia levado! Casas de banho na Ásia são uma loucura, que teve o seu auge o ano passado quando visitei o Japão. Sanitas, é um tabu que tem de desaparecer da sociedade, pois é um tema cada vez mais importante em engenharia e no ambiente. Há milhões de pessoas em todo o Mundo que não têm acesso a casas de banho. Basta viajarmos para a Ásia e abriremos de imediato os nossos horizontes! Talvez por isso o dia 19 de Novembro se tornou o Dia Mundial da Casa de Banho!

Mas o objetivo principal que me levou a Chiang Rai acabou foi o tour de um dia que fiz onde pude visitar:

 

Wat Rong Khun (Templo Branco) 

Um local de enorme beleza. Trata-se de um templo recentemente construído (1997) que sofreu danos causados por um sismo em 2014, depois de recuperado é um local de enorme romaria. Um dos locais mais fotografados da Tailândia.

 

Chiang Rai – Templo Branco

   

   Baan Dam (Casa Preta)

Conhecido internacionalmente como “Black house” este local alberga um conjunto de edifícios cujo espólio é diversificado contendo por exemplo peles de animais.

 

Chiang Rai -Baan Dam

 

   Tribo Karen (Pescoço de Girafa)

A visita a esta tribo também conhecido por “Tribo Karen” ou internacionalmente “Long neck Karen” é um clássico de quem visita a Tailândia. Uma coisa ancestral que neste momento é meramente comercial.
Os Karen fazem parte de um grupo tribal que habitou nas colinas de Myanmar perto da fronteira com a Tailândia. Famosas por seus pescoços alongados, as mulheres trabalham com tecelagem e artesanato e usam anéis de bronze ao redor de seus pescoços, antebraços e canelas. Os seus maridos trabalham nas fazendas como camponeses. Consta-se que as mulheres utilizavam as argolas não somente por beleza, mas também para se protegerem contra ataques de tigres.Com o tempo, o alongamento do pescoço virou apenas tradição devido ao uso desses artefatos.
A entrada neste local é paga e custa cerca de 13€.O viajante não tem como não ir e sendo uma coisa que só acontece uma vez na vida, é sempre preferível pagar do que ficar à espera que os outros membros do tour voltem.

Ali dentro existem locais onde se vendem souvenirs lá produzidos e é possível posar com as mulheres famosas. Uma delas aparece em quase todos os guias turísticos e fotos dos turistas que viajam pela Tailândia.

São depois feitos umas atuações com vista a cobrar mais qualquer coisa dos turistas como gratificação.

A Tailândia é muito comercial…talvez demais e aqui está uma prova das mais evidentes.

 

Chiang Rai – Tribo Pescoço de Girafa. Esta senhora é famosa no Mundo inteiro.

 

Chiang Rai – Tribo Pescoço de Girafa. Aquela Karen deve ter posado com meio Mundo

 

Chiang Rai – Tribo Pescoço de Girafa. A atuação de membros da tribo Karen

 

  Gruta dos Macacos

Um local onde podemos ver de perto macacos em estado selvagem. Algo comum nestes países. Na Europa, só em Gibraltar é possível…

 

Chiang Rai – Gruta dos Macacos

 

Chiang Rai – Gruta dos Macacos

 

Mae Sae

O ponto mais a Norte da Tailândia. Faz fronteira com Myanmar (Birmânia). Um local ideal para compras, nomeadamente pedras.

O Rio Ruak, afluente do Rio Mekong separa os dois países

 

Mae Sae – O ponto mais a Norte na Tailândia

 

Mae Sae – fronteira com Myanmar. Ponte sobre o Rio Ruak (Birmânia)

 

Triângulo Dourado

O local mais importante do tour. Ali confluem 3 países, Laos, Myanmar e Tailândia. O local onde o Rio Ruak se encontra com o Rio Mekong. É apenas uma pequena parte de uma região com cerca de 950.000Km² que se circunscreve aos 3 países atingindo também o Vietname.

Uma das regiões onde a papoila dormideira abunda, tornando-a propícia ao fabrico de ópio, um produto que dá origem à morfina que tem inúmeros fins medicinais sobretudo no tratamento da dor.

Da morfina produz-se a heroína, também chamada diamorfina. Um produto proibido e classificado como narcótico.

O Triângulo Dourado foi até ao início do Século XXI o maior produtor Mundial de heroína, sendo ultrapassado pelo Afeganistão, onde o tráfico financia grupos terroristas.

No sudeste Asiático os crimes relacionados com os narcóticos são severamente punidos. Pena de morte e longas penas de prisão em condições insalubres. Posse, consumo e tráfico são considerados por estes lados crimes hediondos. No Norte da Tailândia existem inúmeros controlos policiais nas estradas com vista a detetar o transporte deste estupefaciente.

Não fossem as leis do narcotráfico tão severas nesta zona do Mundo e seria impossível qualquer estrangeiro andar por aqueles lados em segurança.

A Casa do Ópio  é um local que merece ser visitado.  Aqui podemos obter algum conhecimento deste produto. A sua descoberta com sua origem nas papoilas, a sua ascensão e os males que causaram na sociedade e continuam a causar.  Encontram-se expostos diversos cachimbos (alguns parecem flautas) para fumar a substância estupefaciente, pesos que serviam como escala para medir a massa do ópio o dos materiais usados como moedas de troca.

 

Triângulo Dourado – 3 países. Myanmar à esquerda e Laos à direita

 

Chiang Mai (2 noites)

 

A cidade mais importante do Norte da Tailândia, é um ponto obrigatório de passagem. É  das maiores cidades a seguir à área metropolitana de Banguecoque. Possui  mais de trezentos templos Budistas. Atravessada pelo rio Ping, afluente do Rio Chao Phraya que banha Banguecoque. A pé percorrem-se facilmente as ruas do Centro Histórico que é delimitado por muralhas.

 

Chiang Mai – Muralhas da cidade

 

Chiang Mai - Tailândia

Chiang Mai – Tailândia

 

Cheguei a Chiang Mai ao final da manhã, a tarde serviu para passear pelo centro da cidade e a noite para assistir ao Muay Thai, o desporto rei na Tailândia. Em Chiang Mai é possível assistir a combates, pagando bastante menos que em Banguecoque, mas também certamente com lutadores menos famosos e sobretudo para turista ver. O Thaphae Boxing Stadium é um dos locais.

 

Chiang Mai – Praparado para assistir aos combates de Muay Thai

 

Chiang mai – Uma lutadora de Muay thai

 

A Ásia fez parte da Rota da Seda e visitar uma fábrica desses tecidos é muito importante mesmo que não queiramos comprar. Podemos aprender algo sobre esta matéria-prima, pois o saber não ocupa lugar. Na Tailândia os bichos-da-seda são amarelos, ao contrário dos da China que são brancos! Lembro-me dos meus tempos de criança, na escola primária havia colegas que tinham esses bichinhos em caixas de sapatos com folhas de amoreira!

 

Chiang Mai – Fábrica Shinawatra

 

Chiang Mai – Fábrica Shinawatra

 

Os chapéus-de-sol típicos da Ásia também são fabricados por aqueles lados. Em Bo Sang. A visita à fábrica também é interessante. Estes dois tours ocupam uma manhã.

 

Chiang Mai – Bo Sang – fábrica de chapéus de sol

Chiang Mai – Universidade

 

Chiang Mai – Wat Gedyod

E para essa tarde o melhor de Chiang Mai ficou guardado. Wat Phra That Doi Suthep. Fica na montanha, para aceder a melhor forma é marcando um tour, ou então de táxi. Os tours estavam todos esgotados devido ao grande afluxo de turistas Chineses que se encontravam a viajar, pois na altura comemorava-se o Ano Novo Chinês. Consegui convencer duas turistas Chinesas, uma mãe e uma filha adolescente a fazermos um “private tour” de táxi e dividirmos as despesas.  O Templo (Wat) Phra That Doi Suthep fica localizado na montanha de Doi Suthep, sendo exatamente por este nome conhecido internacionalmente. Um dos templos mais sagrados da Tailândia que está ao nível de beleza daqueles que encontramos no interior do Palácio Real de Banguecoque. Chegar ao topo do templo é possível, subindo os 306 degraus que simbolizam a entrada ao paraíso, ou de funicular. E do topo, a mil metros de altitude, poderemos admirar a beleza do Vale de Ping e  ao longe a cidade de Chiang Mai.  E foi deste local que me despedi destes dias passados no Norte da Tailândia e do misticismo dos seus templos Budistas. Os dias que se seguiram foram de praia.

 

Chiang Mai – Wat Phra That Doi Suthep – Posando com um monge Budista

 

Chiang Mai – Wat Phra That Doi Suthep

 

Chiang Mai – Do alto do Wat Phra That Doi Suthep carregando de energia positiva e fazendo o meu ritual de despedida

 

Links:

 

Chiang Rai -Tribo Karen – atuação

 

Hotel Chiang Rai – fica a cerca de 2Km do centro da cidade, é económico e possibilitou-me marcar tours na receção. Daí a minha recomendação.

 

Carreiras de autocarro entre Chiang Mai e Chiang Rai (+/-3h30)

 

“Toilete – Uma nova era”. Reportagem sobre casas de banho, sobretudo Asiáticas

 

Chiang Mai – Vista para a cidade desde o Wat Phra That Doi Suthep

 

Phuket (3 noites)

E finalmente uns dias de praia. Viajar para tão longe de avião para ter férias na praia não é de todo o que procuro. Uns dias de praia durante uma viagem, para descansar ou mudar a rotina de muitos quilómetros percorridos a visitar museus, monumentos, cidades, natureza e paisagens, é o ideal.

 

Avião da Air Asia-Uma das companhias aéreas low cost

 

A Tailândia é um país de sonho e possui praias de sonho, das mais bonitas do Mundo e também das mais famosas. O nome Phuket é internacionalmente famoso. Trata-se de uma província cuja capital tem o mesmo nome.  Phuket, de grosso modo, digamos que é o “Algarve da Tailândia”. É uma das muitas ilhas a sul, a maior, apesar de estar ligada por uma ponte ao território principal. A Praia de Patong é a mais famosa praia de Phuket. Não é de todo uma das praias de sonho. Para as conhecermos é necessário fazer um tour às Ilhas Khai (Ko Khai) e Ilhas Phi Phi (KO Phi Phi).  Phuket é um conjunto junto a um areal, de prédios modernos, hotéis, ruas com bares, com destaque para a famosíssima “Bangla”. Muita prostituição e uma vida noturna agitada. A Rua “Bangla” é assim como uma  Rua “Khosan” (que fica em Banguecoque)  mas perto do mar. A vida é bem mais cara, ou não se trate de um local turístico sobretudo de estrangeiros.

 

Phuket – Vista desde a piscina do hotel

A cidade recuperou rapidamente os efeitos nefastos do Tsunami  de 2004 e hoje muitas ruas têm indicado rotas de fuga em caso de uma catástrofe deste tipo.

De Phuket é possível marcar tours de um dia para conhecer as Ilhas Khai e Phi Phi, o meu objetivo principal para estes dias:

Phuket – Banca de frutas. A Tailândia é um paraíso de fruta

 

Phuket – Durian, a fruta rainha do Sudeste Asiático

 

Phuket-Marisco

 

Phuket – Praia de Patong

 

Phuket-Praia de Patong

 

Phuket – Praia de Patong

 

Phuket-Praia de Patong. As águas quentes e azuis

 

Phuket – Praia de Patong

 

Phuket-Spa de peixinhos. Ótimo tratamento para os pés. E a ótimos preços

 

  Ilhas “Phi Phi” e “Ilhas  Khai”

Um tour maravilhoso de um dia de barco, pelo Mar de Andamão visitando estas pérolas Tailandesas.

 

Ilhas Pi Phi – Praia dos Macacos

 

Ilhas Khai – Tailândia

 

Ilhas Phi Phi – mergulhando nas águas cristalinas

 

   Maya Bay, “The Beach “, a “Ilha do Di Caprio”

Finalmente a famosa praia.

No ano 2000  nas nossas salas de cinema estreou “A Praia”. Leonardo Di Caprio, que na tela encara “Richard” um Americano aventureiro com objetivo de fugir à rotina citadina, chega à Tailândia. Após um voo desgastante de muitas horas, exausto, e de mochila às costas, encontra uma pensão barata em Banguecoque, na Rua “Khosan”.  Por aqueles lados encontra alguém que lhe mostra um mapa que localiza uma praia paradisíaca onde o Mundo pára. Juntamente com um casal Francês, viaja por terra e mar até ao Sul da Tailândia e acaba por dar de caras com este paraíso e com uma comunidade que lá vivia e de onde ninguém saia. Um local ultra, hiper secreto, que acabara de ser revelado e se veio a tornar uma prisão dourada de onde acontecesse o que acontecesse ninguém poderia sair vivo.

Acrescente-e que para filmar em Maya Bay, a produtora pretendia lá plantar 200 palmeiras para dar um ar mais tropical à ilha. As organizações ambientalistas insurgiram-se contra este facto. Obteve autorização para plantar apenas 60, mas acabou por plantar 73. No final das filmagens tudo foi colocado como dantes e as palmeiras removidas.

 

Maya Bay – Cenários do filme A Praia

 

Desde aí a Tailândia foi catapultada para a ribalta e essa praia que em tempos era um local de sossego, tornou-se um local de romaria. O excesso de turismo e as consequências nefastas para a natureza, determinou que as autoridades Tailandesas decidissem  encerrá-la por tempo indeterminado para proteção da natureza e do ecossistema. Ficam as memórias de quem teve oportunidade de a visitar e de ali tomar um banho e eu orgulho-me de ter sido um deles.

Uma praia carregada de turistas, com inúmeros barcos que chegavam a todo o momento. O tempo disponível era limitado, visto fazer parte de um tour. Tour que incluia mergulho com óculos nas águas ali perto onde se podem alimentar os peixes e também a passagem por uma praia onde os habitantes são macacos. Atualmente os barcos que transportam turistas estão impedidos de ali desembarcar, limitando-se a mostrar ao longe aquele cenário paradisíaco.

 

Maya Bay – Cenários do filme A Praia

Visitar “The Beach”, ou melhor Maya Bay que é o seu nome oficial,  foi a melhor forma de coroar a minha viagem à Tailândia. A primeira viagem que fiz ao Continente Asiático. Um continente que me encantou e me fez voltar para conhecer outras paragens. China, Índia e Japão. Foi na Tailândia que comemorei os meus 40 anos de vida. Visitar este país foi uma ideia nascida num sonho que tive meses antes de entrar para o meu atual empregador.

 

Maya Bay – Cenários do filme A Praia

 

Maya Bay – Cenários do filme A Praia

Links

Hotel:

Escolhi o hotel APK REsort. Localizado a curta distância da Praia de Patong, da Rua Bangla, portanto dos locais mais famosos da cidade. Possui um restaurante onde se pode experimentar pratos de marisco, comida tradicional na Tailândia.

 

Tours

Marquei através desta agência PukhetToursDirect  o meu tour às ilhas Kho e Phi Phi. É possível marcar tours na receção do hotel e muitas vezes há preços promocionais de última hora.No entanto optei por marcar tudo antes de viajar para a Tailândia, uma vez que só destinei 3 noites a Phuket. Com mais um dia teria feito um tour que incluía a “Ilha do James Bond”, Khao Phing Kan que foi cenário do filme  “007 – O Homem da Pistola Dourada” no entanto o tour que fiz é considerado mais pitoresco.

 

Tour às Ilhas Kai e Phi Phi – mapa

 

A Praia (2000), trailer

 

Seguiram-se 3 dias nos Emirados Árabes Unidos no regresso a casa. Talvez por ainda conservar na memória a beleza das praias Tailandesas, considero que quem viaja para os Emirados Árabes Unidos buscando umas férias de sonho na praia terá uma enorme desilusão.

 

Links

Voos:

De Lisboa para Banguecoque via Dubai, a companhia aérea Emirates com um serviço de excelência. Até hoje a melhor companhia aérea que voei. Dá descontos a sócios do Benfica.

Voos dentro da Tailândia, Air Asia uma companhia “low cost” do continente Asiático.

 

 

Para alojamento, consulte aqui.

Para programas de viagem, consulte aqui.

 

 

 

João Almeida

Chamo-me João Almeida, moro em Sintra (Portugal), e sou um AMANTE DE VIAGENS. Uma paixão que existe faz longos anos. A minha missão com esta página é de ajudá-lo a realizar o seu próximo destino! Saiba mais sobre mim e sobre o site.

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