10 Jan

COLÓNIA, DUSSELDORF E DORTMUND! 3 DIAS PELO RENO ALEMÃO

 

Colónia, Düsseldorf e Dortmund! 3 dias pelo Reno Alemão.

Texto & Fotos de Mário Menezes

 

A Alemanha é um país maravilhoso para visitar. Moderno, limpo e seguro. País que recebe muito bem quem o visita. Toda a gente fala Inglês. A cerveja é excelente, há centenas de marcas e os pratos de carne onde o porco é rei são abastados e saborosos.  Regressar ali é sempre um prazer e a minha tradição de comer uma “currywurst”, salsicha de porco temperada com ketchup e caril, logo à chegada tem-se mantido!

Depois de conhecer Berlim, Munique e Hamburgo juntei Colónia ao rol das maiores cidades. Esta foi a última vez que voltei à Alemanha para uma estada de alguns dias. Em 2017 no regresso de umas férias na China, fiz uma escala de várias horas em Frankfurt e deste modo completei o meu “top 5” das maiores cidades Alemãs!

 

Colónia-A tradição de comer uma currywurst sempre que chego à Alemanha

 

Colónia, foi a minha primeira paragem de uma viagem que fiz pela Europa em 2012. Dali segui para os Países Bálticos onde, em solo Lituano, comemorei os meus 37 anos de vida!

As 3 noites que fiquei em Colónia, permitiram-me conhecer o centro da cidade, passar um dia em Düsseldorf e parte de outro em Dortmund, de onde voei para Vilnius.

 

Colónia

A quarta maior cidade da Alemanha e a maior cidade do Estado da “Renânia do Norte-Vestfália”. O Estado mais povoado de todos os Estados Alemães.

Localizada a poucos quilómetros da França, dos Países Baixos, da Bélgica e também do Luxemburgo, possui influências internacionais bem vincadas. As mulheres Alemãs, por ali, predominam as loiras de olhos claros como as Holandesas, mas com menos centímetros de altura.  O povo é muito divertido, caloroso e simpático, sendo inclusive considerado como “os latinos Alemães”. Por aqueles lados o Carnaval é festejado com pompa!  Os Romanos também andaram por ali, e o nome de “Colónia” se deve a essas origens latinas.

 

Colónia-Vista do topo da Catedral para o Rio Reno. A Ponte Hohenzollern e o edifício Kölntriangle em destaque

 

A cidade em si, é pequena, comparada com as três maiores cidades Alemãs. Um dia é suficiente para visitar praticamente tudo o que é importante. O seu centro histórico percorre-se facilmente a pé e por lá se concentra o essencial. Não esquecer de comprar o cartão turístico “Köln Card” pois paga-se a si próprio, tornando as nossas visitas e a mobilidade mais económicas.

Desde o aeroporto internacional ” Flughafen Köln/Bonn” onde numa noite chuvosa de Janeiro aterrei, até à Estação Central  “Köln Hauptbahnhof ” são apenas 15 minutos de viagem de comboio. A  “Hauptbahnhof”, palavra de língua Alemã que designa a “estação de comboios central” localiza-se em pleno coração da cidade, “paredes meias” com a famosa Catedral. Ali pertinho fiquei hospedado.

A Catedral de Colónia “Kölner Dom” foi onde no dia seguinte dei início à descoberta da cidade. De estilo Gótico como muitas catedrais pela Europa fora, considerada a 5ª igreja mais alta do Mundo, é também o local mais visitado da Alemanha. Ali supõem-se que estão depositadas as ossadas dos 3 Reis Magos. Atrás do altar, dentro de uma arca de ouro e prata, ornamentada com pedras preciosas, é possível observar. A Catedral fica rodeada de outros edifícios entre os quais a Estação Central, pelo que encontrar espaço e ângulo, para tirar de perto fotos panorâmicas com todo o Monumento em grande plano é complicado. Subir ao topo e observar a vista panorâmica é obrigatório. Mesmo com chuva e vento, apesar das temperaturas invernais estarem longe das que iria encontrar dias depois nos Países Bálticos, era possível permanecer alguns minutos ao ar livre lá em cima.  A Ponte de Hohenzollern, ferroviária com via pedonal, sobre o Rio Reno domina a paisagem. Na outra margem é possível observar o moderno edifício “Kölntriangle” sede da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), que possui um observatório no topo onde é possível subir. A Catedral de Colónia e a  Ponte de Hohenzollern são as imagens de marca da cidade e quer de dia, quer de noite são fotografadas em conjunto, conseguindo obter-se efeitos espetaculares com as luzes noturnas iluminando aquela zona e aqueles ícones. Do lado oposto é possível observar a zona interior da cidade, paisagem em que a torre de tv, a “Colonius” se destaca.

 

Colónia-Catedral

 

Colónia-Catedral

 

Pela Ponte Hohenzollern até à outra margem fiz o meu passeio noturno à chegada, mas no regresso, a chuva impediu-me de caminhar pelas ruas centrais e acabei por me abrigar num bar onde muita gente divertida estava presente. Umas jovens nativas muito simpáticas e comunicativas, numa despedida de solteira! Adeptas do Colónia, o “FC Köln” como é chamado  e até o hino deste clube era música passada pelo DJ! Penso que foi a minha indumentária que lhes chamou a atenção: Kispo e calças de neve com botas à prova de água, o que uso para viajar para o frio e que também protege da chuva…

 

Colónia-Ponte Hohenzollern

 

Nas imediações da Catedral localiza-se o Museu Ludwig de arte moderna e o Museu Romano-Germânico de arqueologia, com achados históricos referentes à passagem dos Romanos por esta região. Dois museus que “sacrifiquei” em prol de algo mais “adocicado”…

 

O Museu do Chocolate é um local único!  Hans Imhoff,  um fabricante de chocolates em 1972, assumiu a fábrica de chocolates “Stollwerk”, que se tornou uma das principais fábricas de chocolate da Europa. Ele inaugurou este museu em 1993.O próprio edifício com muito vidro nas fachadas, já por si é uma atração turística. A visita aos seus 3 andares  conta toda a história do chocolate  e também como ele é fabricado desde a extração do cacau até estar pronto para o consumirmos em tabletes. O  museu contém uma “mini fábrica” onde cerca de 400 quilos de chocolate são processados todos os dias. Existe uma fonte, que foi construída exclusivamente para o museu, com 200 quilos de chocolate e também dentro de uma estufa, uma pequena floresta tropical onde se recriam os locais do Mundo de onde o cacau, a matéria-prima, é originária. Tal como o café, o cacau varia de qualidade e sabor, consoante o país de origem e isso reflete-se nos chocolates. Existe uma loja de chocolates no Museu e também um bar onde se servem fatias de bolos de chocolate para todos os gostos!

 

Colónia-Museu do Chocolate

 

Colónia-Museu do Chocolate-bolos de chocolate

 

Colónia-Museu do Chocolate-Floresta tropical no interior da estufa

 

Estádios de futebol não faltam nas minhas viagens. Esta foi a viagem em que mais estádios juntei ao meu palmarés. O  “RheinEnergieStadion” foi o primeiro. A casa do “1. Fußball-Club Köln 01/07” conhecido na Alemanha como “FC Köln” e por cá por “Colónia”. Clube com pergaminhos na Bundesliga. Com títulos Nacionais e presenças em finais de competições Europeias. Nos últimos anos tem andado entre subidas e descidas, mas os seus adeptos leais nunca deixam de apoiar como é apanágio dos adeptos Germânicos. A Alemanha é dos países Europeus em que mais adeptos vão aos estádios e é normal nas estações de comboios  encontrarmos aos fins-de-semana muitos adeptos trajados com as cores dos seus clubes do coração viajando pelo país acompanhando-os nos jogos fora.

 

Colónia- Estádio RheinEnergie

 

Colónia- Estádio RheinEnergie-bancada central

 

Petit jogou na parte final da sua carreira neste clube, tal como Maniche. Petit foi muito acarinhado pelos adeptos, não só pelo seu desempenho em campo, mas sobretudo pela sua simpatia, pelo seu caráter, uma pessoa acessível de fácil trato com todos. Já Maniche não deixou muitas saudades…Isto foi-me transmitido pelos adeptos presentes no estádio.

 

Colónia- Estádio RheinEnergie-bancada lateral

 

Colónia- Estádio RheinEnergie-banco de suplentes com um adepto junior

 

O “RheinEnergieStadion”  foi palco de vários jogos do Campeonato do Mundo de 2006, em que Portugal participou e ali se estreou contra a Seleção Angolana. Pauleta fez o golo solitário da vitória nos primeiros minutos, mas o jogo correu bem, com respeito e desportivismo, ao contrário de um jogo amigável (???!!!) entre estas duas equipas em 2001 no antigo Estádio José Alvalade. Tantas expulsões de jogadores Angolanos, por protestos e entradas violentas,  que o jogo não chegou ao fim!

 

Colónia-Estádio RheinEnergie-bancada topo

 

Colónia-Estádio RheinEnergie-sala de imprensa com um adepto junior

 

Estádio remodelado e moderno, localizado numa área verde, a cerca de 7Km do centro da cidade, acessível de metropolitano que possui troços à superfície e subterrâneos. A visita inclui também o museu onde se encontram os troféus dos títulos mais importantes: Campeão da Bundesliga e vencedor da Taça da Alemanha.

 

Colónia- Estádio RheinEnergie-Museu-troféu de vencedor da Taça da Alemanha

 

As ruas do centro da cidade são semelhantes a muitas cidades daquela zona da Europa. Casas coloridas, com poucos pisos, restaurantes, esplanadas e bares, onde é sempre um prazer passear, tanto na beira do rio como no interior. Por ali recomendo jantar um “schweinshaxe”, a parte do fim da perna do porco, assado e crocante, com batata assada e “Sauerkraut”, repolho fermentado acompanhado por uma cerveja “Kölsch”, o tipo de cerveja da cidade de Colónia.

 

Colónia -Schweinshaxe com Sauerkraut

 

Düsseldorf

Localiza-se a 40Km de Colónia, que se percorrem em cerca de 1hora de comboio suburbano. Linha muito congestionada a horas de ponta!

Düsseldorf é a capital deste Estado da Renânia do Norte-Vestfália. Por esse motivo, em Düsseldorf fica localizado o Parlamento daquele Estado, chamado de “Landtag Nordrhein-Westfalen”.

 

Dusseldorf – centro da cidade

 

Colónia e Düsseldorf são duas cidades “rivais”, assim como Porto e Lisboa. Ambas são banhadas pelo Rio Reno, o percurso fluvial com maior tráfego na Europa. O Rio Reno vai desaguar a Roterdão nos Países Baixos, cidade que sedia um dos maiores portos Mundiais.
Resolvi  “sacrificar” Colónia, onde nesse dia poderia visitar os museus Ludwig e Romano-Germânico e conhecer melhor o centro da cidade, para visitar Düsseldorf. A escolha acabou por ser acertada pois Düsseldorf também é uma cidade pequena em que os pontos principais se visitam rapidamente. A cidade torna-se um pouco desinteressante, pois é moderna para os padrões Europeus, e a sua zona ribeirinha até faz lembrar Roterdão. Essa zona ribeirinha com vista para a famosa torre de TV, “Rheinturm” e para a ponte sobre o Rio Reno, “Rheinkniebrücke” é a imagem de marca de Düsseldorf.

 

Dusseldorf-Rheinturm e Rheinkniebrücke

 

Dusseldorf – centro da cidade

 

Do alto da “Rheinturm” podemos observar a vista sobre a cidade, inclusive o “Landtag Nordrhein-Westfalen” mesmo por baixo dos nossos olhos. Num dia chuvoso como aquele, as fotos do arco-íris que consegui tirar foram marcantes!

 

Dusseldorf-Vista do observatório da Rheinturm com o arco iris

 

Dusseldorf-Vista do observatório da Rheinturm

 

Dusseldorf-Landtag Nordrhein-Westfalen

 

Dusseldorf-Landtag Nordrhein-Westfalen visto do observatório da Rheinturm

 

Dusseldorf-Landtag Nordrhein-Westfalen

 

O aquário de Düsseldorf, “Aquazoo Löbbecke Museum Dusseldorf” foi onde decidi passar algumas horas. Sobretudo por existirem piranhas, que nunca tinha visto, e ser possível assistir à sua alimentação! Crocodilos também não faltam. Ainda em idade júnior, mas reagem rápido e o visitante não se deve aproximar.O aviso está lá!

 

Dusseldorf-Aquário-Crocodilo

A cidade é palco de inúmeras feiras, a “Messe-Dusseldorf” é o recinto das mesmas. Na altura decorria uma feira de barcos, o género de uma nossa “Nauticampo”, mas bem mais alargada! Por ali chama-se “Boot”, e é somente o maior salão náutico da Europa. Este recinto ferial localiza-se muito próximo do Estádio onde joga a equipa do “Fortuna Düsseldorf”. Parece que agora se chama “Merkur Spiel-Arena”, mas na altura se chamava “Esprit Arena”. Acordos de naming com duração limitada. Mesmo pegado ao estádio existe um hotel, o “Tulip Inn Duesseldorf Arena Hotel” e foi através dele (à socapa…) que acedi ao restaurante, para desde a esplanada, chegar à bancada e tirar fotos no seu interior e deste modo juntar mais este estádio ao meu palmarés! O estádio foi inaugurado em 2004, pelo que não encontro algo relevante que tenha acontecido no mesmo. Meses depois, num jogo amigável do Benfica com o Fortuna Düsseldorf, ali realizado, houve um incidente entre Luisão e o árbitro que fez com que esse jogo não chegasse ao fim…

 

Dusseldorf-Esprit Arena – estádio e hotel

 

Dusseldorf-Esprit Arena

 

Estando alojado em Colónia, passar um dia em Düsseldorf é uma escolha acertadíssima. Não esquecer de adquirir logo à chegada o “DüsseldorfCard” que permite viagens ilimitadas nos transportes públicos, de onde se destaca o metropolitano, e também acesso a inúmeras atrações turísticas com descontos ou mesmo com entrada gratuita.

Não esquecer também de fazer uma pausa para uma salsicha, acompanhada por uma “Altbier”, o tipo de cerveja da cidade de Düsseldorf!

 

Dusseldorf-Estação central

 

Dusseldorf-Estação de metro de superfície que serve a moderna zona do estádio e do recinte ferial

 

Dusseldorf-metropolitano

 

Dortmund

A cerca de 100Km de Colónia, numa viagem de comboio “ICE”, a alta velocidade Alemã que dura cerca de 1h20 pois efetua várias paragens. Uma delas, em Wuppertal, cidade conhecida pelo seu monocarril suspenso, o “Wuppertaler Schwebebahn” um meio de transporte sui generis pelo facto dos carris se situarem acima do tejadilho das carruagens. Este género de sistema de transporte em monocarril existe em muitas cidades, mas o de  Wuppertal é o mais antigo do Mundo, tendo entrado em  funcionamento em 1901. Conseguimos vê-lo em circulação quando nos aproximamos da estação de Wuppertal.

 

Dortmund-Estádio Signal Iduna Park-exterior

 

Dortmund-Estádio Signal Iduna Park-Sudtribune

 

A cidade de Dortmund é pequena e tem pouco interesse, à exceção dos adeptos de futebol, pois por lá existe um dos grandes “templos”, o Estádio “Signal Iduna Park”. Tirando isto, não encontro nada que justifique uma visita. Cidade moderna, servida por excelentes meios de transporte, nomeadamente um metropolitano, “Dortmund Stadtbahn” que circula também em modo subterrâneo. Metropolitano à semelhança de Colónia e de Düsseldorf, denominado internacionalmente de “light rail”, pois as suas carruagens são do tipo “tram” (elétrico em Português), apesar de circularem por baixo do solo em diversos troços. Por cá a cidade do Porto possui um sistema semelhante.  Dortmund,  também possui um aeroporto localizado a cerca de 15Km do centro da cidade, acessível de autocarro desde a estação central. Aeroporto mormente usado pelas companhias aéreas “low cost”. Foi dali que segui para a Vilnius nessa tarde.

 

Dortmund-Estádio Signal Iduna Park-banco de suplentes

 

Depois de guardar as malas num cacifo na Estação Central, logo à chegada, a minha estada em Dortmund resumiu-se ao Estádio Signal Iduna Park, casa do Borussia Dortmund. Outrora chamado de “Westfalenstadion”. É o maior estádio da Alemanha, com capacidade para mais de 80.000 espetadores. Famoso pelas coreografias dos adeptos dos topos. Conhecido no meio futebolístico como “O Muro” dadas as sua configuração, lotação e altura das bancadas, sendo a do topo sul, considerada a maior do Mundo, pois não está dividida em “anéis” e nos jogos da Bundesliga, não é obrigatório estes lugares onde assistem aos jogos os grupos de adeptos organizados, possuírem cadeiras. Só na “Sudtribune” assistem aos jogos cerca de 25.000 adeptos!

 

Dortmund-Estádio Signal Iduna Park-Topo norte, onde assistem aos jogos os adeptos da equipa visitante

 

Estádio Signal Iduna Park-bancada topo Norte

 

Este estádio foi palco de jogos do Campeonato do Mundo de 2006, destacando-se a meia-final, Alemanha-Itália onde os Transalpinos venceram nos instantes finais do prolongamento, com golos de Fábio Grosso (que marcou o penalty decisivo na final) e Del Piero numa enorme jogada de contra ataque. A nação Alemã chorou imenso nessa noite, pois viu esfumar-se o sonho de repetir 1974 quando no seu país se sagraram campeões do Mundo.

A visita ao estádio inclui os balneários, onde posei com o cacifo de Robert Lewandowski, atual melhor avançado do Mundo, que na altura vestia a camisola amarela. O túnel de acesso que nos jogos da “Bundesliga” vemos nas TVs  junto a uma escada e ao emblema do clube. A visita ao relvado com vista para a famosa  “Sudtribune”, às bancadas, banco de suplentes e as celas. Sim, não é uma cadeia, mas modernamente os estádios de futebol possuem estas zonas, quem prevarica vai lá parar e são muitos, e ali em todos os jogos há novos clientes!

 

Dortmund-Estádio Signal Iduna Park-entrada para o Museu do Borussia Dortmund

 

No Museu estão expostas os troféus de grandes conquistas daquele clube com destaque para a Liga dos Campeões conquistada em 1997, em Munique, contra a Juventus, com Paulo Sousa a levantar o troféu, perante a sua anterior equipa com a qual no ano anterior também se havia sagrado campeão Europeu! Infelizmente não tive tempo de o visitar e tive mesmo de abandonar a visita a meio, ir a correr para o Aeroporto.

 

Links:

Voos: De momento a Ryanair possui uma rota direta para Colónia desde Lisboa. Na altura voei na Germanwings, agora denominada Eurowings. A Wizzair voa direto desde Lisboa para Dortmund, na altura voei nesta companhia de Dortmund para Vilnius

Hostel Colónia: O Station Hostel tem uma localização perfeita e o preço em conta. Colónia é das cidades mais caras da Alemanha e dado realizarem-se feiras com frequência, os preços do alojamento disparam nessas alturas.

Bilhetes de comboio na Alemanha

Hino do FC Köln

 

Colónia-As nativas. Anos depois repetimos esta selfie em Lisboa. Bonitas e simpáticas as mulheres Alemãs por aqueles lados!!!

 

Portugal-Angola, Campeonato do Mundo de 2006, no RheinEnergieStadion em Colónia

Portugal-Angola, jogo amigável em 2001 em Lisboa

Piranhas comendo peixe, no “Aquazoo” em Dusseldorf

Incidente de Luisão com o árbitro no “Esprit Arena” em Dusseldorf

Itália-Alemanha, Campeonato do Mundo de 2006  

Coreografia dos adeptos do Borussia Dortmund na Sudtribune

Final da Champions League 1997

 

Dusseldorf-Observatório da Rheinturm-Um café com estilo…

 

Para alojamento, consulte aqui.

Para programas de viagem, consulte aqui.

 

 

 

 

João Almeida

Chamo-me João Almeida, moro em Sintra (Portugal), e sou um AMANTE DE VIAGENS. Uma paixão que existe faz longos anos. A minha missão com esta página é de ajudá-lo a realizar o seu próximo destino! Saiba mais sobre mim e sobre o site.

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